terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Comandante homenageia PMs que participaram da guerra do Complexo do Alemão


O comandante geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio de Brito, anunciou que a PM vai intensificar as ações para coibir a migração de criminosos do Rio para São Gonçalo e cidades vizinhas. Mário Sérgio enalteceu a ação da polícia no Complexo do Alemão, a qual chamou de "derrubada do castelo de crenças" do tráfico de drogas no estado. O anúncio foi feito durante uma solenidade no meu batalhão onde 43 policiais foram homenageados pela participação na ocupação do conjunto de favelas do Alemão. Entre eles esse nerd aqui que vos escreve e todo o pessoal que trabalha comigo. Ganhei um diploma que se junta aos muitos que conquistei durante meus 15 anos de policial. Porém, este vem com um gostinho a mais. Este faz parte de um momento histórico da Polícia Militar do Estado do Rio.

Como se tornar um "Caveira" do BOPE



O que é ser um "caveira"?
Só pra quem é pra saber o significado disso. Ele é o ápice do combatente.

E como fazer pra que ele se torne um combatente? Como fazer com que ele resista a dor, a fome, a sede, ao frio, ao medo e tudo aquilo que destrói o que ele tem de mais forte, o psicológico?
A resposta é: Levá-lo ao seu limite.
E é exatamente nisso que se baseia um curso de Operações Especiais, do BOPE.
O Brevê


O brevê do BOPE é uma faca na caveira, uma faca cravada no crânio da caveira. Essa simbologia significa a vitória sobre a morte. E este é um dos conceitos que são pregados durante todo o curso. O objetivo é fazer o “caveira”, acreditar fielmente que é capaz de enfrentar a morte, mandar ela pra puta que pariu e sair vitorioso.

E é aí que está a grande diferença entre os outros cursos e o de Operações Especiais. O curso do BOPE não são apenas as técnicas e a preparação física o foco de treinamento, mas também o fortalecimento do seu psicológico. Ou seja, um soldado treinado em Operações Especiais é diferente dos demais, mesmo que apenas no psicológico, e isso faz toda a diferença.


Geralmente os aspirantes ao curso já são atletas, com muita disposição, pois passam antes de iniciar o curso por uma seleção rigorosa, na qual sua capacidade física é levada ao extremo. Só nessa fase ficam mais da metade dos aspirantes.


E acreditem, isso é apenas o início. Imaginem vc não poder dormir, ter que aguentar a fome, treinamentos intermináveis sem hora pra acabar, e terror psicológico frenético: isso é o dia a dia de um curso do BOPE.

Durante o curso não há graduações ou patentes. O soldado que está no curso ao lado de um Capitão, passa pelo mesmo treinamento. O Capitão vai comer o que o soldado come, não tem dessa de prestar continência ou chamar ele de "meu chefe". É todo mundo no mesmo quadrado.
"Se pedirem pra sentar, deite..."


Exercícios intermináveis pela noite, marchas que duram dias, frio, fome e sono, misturam-se a instruções de sniper, emboscada, defesa pessoal, conduta de patrulha, montanhismo, sobrevivência no mar, primeiros socorros, armamento, situações com reféns e diversas outras situações de risco e disciplinas pertinentes. Se vc não sabe nadar, peça pra sair.

Durante o curso os candidatos dormem em qualquer lugar, comem quando tem a oportunidade e sua única preocupação é a sobrevivência. No meu curso de soldado em 1996, eu fui treinado pelo BOPE, foi um mini estágio. Isso nem se compara com o verdadeiro Curso de Operação Especiais (COESP), mas já dá uma "palhinha" do que vc pode esperar em um COESP. Foram dias de sofrimento e o pior, sem poder pedir para sair. Mas foram dias de muita disciplina e ótimas instruções. Eles diziam uma frase que jamais esqueci e a repito para os meus amigos que trabalham comigo até hoje :


“Se mandarem sentar, deite.
Se mandarem deitar, durma.”


Ou seja, aproveite todo e qualquer momento de descanso, vc não sabe quando terá outro.
Lá eu aprendi que vc fica dias sem comer, mas não fica um dia debaixo de sol escaldante sem beber água. Ontem mesmo durante uma caminhada de umas 2 horas pela mata, debaixo de um sol de 37 º, sem água, eu pedi "arrego" e pedi um pouco da água do amigo Tavares. O filha da mãe me cobrou R$10,00 pela garrafinha da água dele. rsrs. Água nessas horas vale ouro, por isso não saio do batalhão sem a minha. Já encomendei até o meu "Camelbak". Depois eu posto fotos dele quando chegar.
A duração de um curso de operações especiais varia bastante, mas geralmente é entre 6 e 8 meses. Muitos amigos meus tentaram fazer esse ano, muitos ficaram pelo caminho, mas pelo menos tentaram. Apenas 17 concluiram o curso este ano que acabou ao chegar ao topo do Parque da Cidade, em Niterói. Após o último treinamento no parapente, eles foram surpreendidos com uma festa de formatura surpresa. Chegava ao fim o suplício dos agentes, agora ‘caveiras’. Diante do secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, do comandante do Bope, tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo, e de familiares, eles não tinham mais motivo para pedir para sair.

A gente pensa que nunca vai acabar. Para suportar, pensava em Deus, na minha mulher, no meu filho e mentalizava: ‘hoje eu não vou pedir para ir embora’”, contou Edson de Oliveira, do 19º Batalhão de Polícia Militar, que tinha o pé direito machucado.



A lenda

Alguns caveiras mais antigos contam que, em sua época, ao término do curso de operações especiais, os candidatos eram levados a um lugar deserto, similar a um acampamento militar, onde tinham de se livrar dos instrutores, que os levavam ao limite da resistência humana com todo tipo de torturas. Segundo relatos, que podem ser reais ou não, eles passavam por torturas como choques elétricos, eram jogados em fossos com cobras vivas e afogamentos. Seria como uma espécie de iniciação para os caveiras.
Na realidade, não há nada comprovado sobre isso. A verdade é que as provações nesse tipo de treinamento são extremas. E somente os ótimos completam esse curso.
As "almas" ficam vagando


Os "caveiras" gostam de espalhar a lenda de que as "almas" de quem partiu ficam vagando pelo vale de Ribeirão das Lajes, até que o policial passe no curso e a resgate. “O aluno passa por um ritual de desligamento não para ser humilhado, mas para carregar dentro dele a vontade de querer voltar e fazer o seu melhor”. As sensações são ainda mais intensas para quem volta para casa sem a missão cumprida. Os ex-alunos passam por entrevista e acompanhamento psicológico oferecido pelo Bope, para diminuir a frustração. Para ingressar na tropa de elite, o policial passa pelo Curso de Ações Táticas (CAT) ou pelo COEsp, o único que garante o status de "caveira".



fonte: Ten PM Thyago Ferreira, amigos do GAT e mataleone

domingo, 5 de dezembro de 2010

Mundo Policial: Vídeo do bonde de "Mr. M" cantando funk no Alemão

Veja abaixo (antes que o youtube o delete) um vídeo onde o traficante "Mr. M" do Complexo do Alemão e diversos traficantes ostentando fuzis e pistolas, cantam (sic!) um funk antes de um evento de baile funk.


Dias atrás ele estaria enfiando o rabo entre as pernas e se entregando a polícia. Esse vídeo deveria estar nos autos da prisão dele só pra na hora do julgamento o promotor "empurrar tudo com areia".




Mundo Policial: Ela prende bandidos e corações


Quando o caveirão chegou ao alto do Alemão, no último domingo, a supresa entre rostos assustados e curiosos foi dupla. Fora a pouca resistência dos traficantes, impressionou ver quem saía lá de dentro. Cabelos compridos e ondulados, a soldado Flavia Louzada saltou do blindado da PM com ar de triunfo. O Alemão estava dominado. E ela era a única mulher a viver aquilo de perto. Aos 29 anos, quatro de PM, ela se ofereceu para participar das operações. Começou a trabalhar na terça-feira da semana passada e só parou sete dias depois. Ferida na primeira invasão por estilhaços de granada, enfaixou a perna machucada, aguentou a dor e só foi ao médico dois dias depois. Flavia é lotada no 16º BPM (Olaria).

Um "Marine" brasileiro no Iraque

Quase três meses depois da retirada oficial das tropas de combate norte-americanas do território iraquiano, a estratégia do presidente Barack Obama para encerrar o conflito iniciado em 2003 é criticada e chamada de populista por um ex-soldado que fala português com um sotaque misto, entre o inglês e o ‘baianês’.Para João Paulo Pereira, brasileiro que se tornou fuzileiro naval dos Estados Unidos e que lutou no Iraque, Obama “tenta parecer um anjo, como se tivesse acabado a guerra, mas sem mudar muito a realidade do país”, disse, em entrevista ao G1, de Salvador, onde vive atualmente.




O brasileiro João Paulo Pereira, que serviu como fuzileiro naval no Iraque

Para Pereira, a guerra “é só um jogo para o presidente”. Segundo ele, a situação do Iraque já estava sob controle mesmo antes da retirada ocorrida no final de agosto, e a medida do governo despreza os 40 mil soldados que continuam no país. Os soldados, agora tratados como “não-combatentes” têm menos status e recebem menos benefícios de que os que antes eram chamados de combatentes, explicou.

Nascido no Brasil, Pereira se mudou para os Estados Unidos junto com sua mãe quando tinha apenas 4 anos de idade, em 1989. Por ainda ser muito novo, ele diz que não teve muita dificuldade de adaptação. Ele logo aprendeu inglês e passou a ficar à vontade na nova pátria.Pouco antes de completar 18 anos, assinou um contrato para entrar no corpo de fuzileiros navais, os “marines”, um dos mais importantes dos Estados Unidos. Por mais de 20 semanas, passou pelo processo que, segundo ele, muda as pessoas, transformando-as em soldados altamente bem preparados para conflito, pessoas agressivas, mas que acabam se consolidando como uma família. “A guerra é estressante, e o treinamento tem que nos deixar prontos para enfrentar a realidade do conflito”, contou.
Apesar de dizer que sempre se sentiu mais brasileiro de que americano, ele admite que tem um carinho muito grande pelos Estados Unidos, e que sentia ter o dever de retribuir de alguma forma o tratamento que recebeu no país – por isso se tornou um fuzileiro naval. “Faria o mesmo pelo Brasil, sem pensar duas vezes”, diz. “Se o Brasil estivesse envolvido em alguma guerra estaria pronto para defender o país.”Depois de uma primeira missão no Haiti, Pereira ficou sabendo que iria para o Iraque. “Foi assustador. Claro que já era esperado e estava pronto para aquilo, mas fiquei ao mesmo tempo animado e ansioso com a ideia” , disse. Ele foi enviado para Fallujah, uma das cidades em que houve mais conflitos desde a invasão do país, e que havia acabado de passar por uma intensificação nos combates, ficando sob controle dos americanos.
‘Quase morri’
Por mais que tenha se envolvido em confrontos, foi em um acidente que Pereira sofreu seu maior ferimento da guerra. Durante uma missão noturna, ele foi atropelado por um caminhão americano de sete toneladas. “Estava deitado operando uma metralhadora e tinha que ficar atento a várias coisas diferentes, e acabei sendo atropelado”, contou. O motorista do caminhão não estava usando lentes de visão noturna, como deveria, e acabou causando o acidente – foi punido com a perda do comando.

O brasileiro João Paulo Pereira foi ferido ao ser atropelado por um caminhão de sete toneladas

Pereira foi socorrido imediatamente e levado a um hospital. “Disseram que eu parecia um peixe fora d’água, me debatendo, desesperado”, disse. Apesar de estar usando colete, ele teve costelas quebradas, perdeu parte do pulmão e ficou mais de um mês em coma.“Quase morri”, disse “Mas eu sou meio doido, e queria voltar.” Logo que se recuperou, ele quis voltar para o trabalho como fuzileiro naval, e depois de 5 meses de licença estava pronto para voltar para o Iraque. Em 2006, voltou, para Ramadi, uma região mais perigosa de que Fallujah. Dessa vez, entretanto, teve uma função mais administrativa, além de assumir a direção de veículos blindados. Ficou sete meses em operação e voltou aos Estados Unidos, onde retomou a vida como civil.
Traumas
O brasileiro conta que a guerra o transformou em uma pessoa agressiva. Por conta do estresse pós-traumático, ele tinha reações mais violentas a tudo, e isso acabou sendo um dos motivos para ele voltar ao Brasil. Ele se mudou para a Bahia, onde vive atualmente, trabalhando em uma empresa que lida com energia elétrica. “Devo ficar por aqui pelo menos até a Copa do Mundo de 2014, mas não sei ainda se volto para os Estados Unidos depois disso.”“A vida aqui é bem melhor”, diz, comparando Salvador com os Estados Unidos. Ele conta que tinha uma vida confortável, conseguia consumir e tinha carro, enquanto tem uma vida mais modesta e usa ônibus para se locomover em Salvador, mas ainda assim está gostando muito da vida no Brasil.Além da agressividade que ficou em sua personalidade após a guerra, João Paulo diz ter uma grande dificuldade em confiar nas pessoas, é impaciente e tem pesadelos frequentemente. “Isso tudo faz parte da personalidade que se adquire para a guerra. É preciso ser agressivo, mas essa característica não se adapta bem ao mundo que não está em guerra.”
Via G1

A volta de Heath Ledger como Joker em Batman 3?



Recentemente, circulou um rumor que dizia que, utilizando cenas deletadas de The Dark Knight e CGi para finalizar as cenas, Christopher Nolan estaria colocando novamente o finado Heath Ledger e seu genial Coringa em The Dark Knight Rises. No entanto, a esposa e assessora de Nolan, Emma Thomas, negou que isso irá acontecer.

Nolan já havia declarado há um bom tempo que o Coringa estaria limitado ao filme The Dark Knight, e ponto. Agora, Emma reforça isso, dizendo que os dois ouviram sobre o rumor, e mais uma vez estão negando. Em suma: nada de Ledger em Batman 3. Eles ainda dizem “o roteiro não está nem finalizado e as pessoas estão tomando qualquer ‘fonte’ como certeza”.

O filme começa a ser rodado em abril de 2011 em Nova Orleans, e estréia dia 20 de julho de 2012.

Via Jovem nerd

Novo Pac-Man após tirar nota 10 na IGN se junta a lista dos melhores jogos da PSN



Vários jogos são lançados no PlayStation Network e muitos deles se destacam por inovar e ao mesmo tempo ser jogos simples. Muitos jogos da PSN ganha nota de jogos grandes, podemos dar exemplo do recém lançado Pac-Man Championship Edition DX que incrivelmente tirou a nota 10/10 no site da IGN se tornando um dos poucos jogos a tirar 10 no site. Olha só como ele ficou show de bola!

sábado, 4 de dezembro de 2010

A casa do Xbox 360

Que tal entrar em um dos locais mais desejados pelos nerds? Uma equipe interna da Microsoft, a Channel 9, fez uma visita à sede da empresa. Mate a sua curiosidade abaixo.

Nova propaganda da Hilux

A "bichinha" é boa mesmo!

Mundo Policial: Tráfico executa anão que matou 20


Com apenas 1,28m de altura, Chucky subia no ombro de um comparsa para atirar nos seus alvos
Mesmo tendo apenas 1,28 metro de altura, o traficante Marcelo de Jesus Silva, o Chucky, 26 anos, era temido pelos rivais e acusado de mais de 20 assassinatos, além de outros crimes, na Bahia. O reinado de terror do anão do mal acabou na madrugada de ontem: o corpo de Chucky foi encontrado por policiais numa lixeira perto da Lagoa da Paixão, no bairro Fazenda Coutos, em Salvador.
De acordo com a polícia, Chucky foi executado por rivais, que teriam ainda decepado seus braços e desfigurado seu rosto a pauladas. A polícia suspeita que o anão tenha sido morto por traficantes conhecidos apenas como Binha e Da Ruga, após ter cometido assaltos na área que seria dominada pela dupla. "Roubou na área dos outros, o tráfico não perdoa", disse o investigador Eduardo Serra, da 8ª Delegacia (CIA-Simões Filho).
O criminoso teria recebido o apelido de Chucky graças à semelhança com o boneco do filme "Brinquedo Assassino". Ainda de acordo com o investigador Serra, este não era o único motivo para o apelido dado a Marcelo. "Ele tinha alma de serial killer (matador em série) e costumava barbarizar na região", explicou o policial.
Dados da Delegacia de Homicídios (DH) da Bahia dão conta de que Chucky seria o responsável pela morte de 20 pessoas, além de ter várias passagens pela polícia por tráfico de drogas e assalto.
As histórias de Chucky são mesmo de cinema. Segundo informações, o anão seria carregado nos ombros por um comparsa alto para poder acertar seus alvos com sua metralhadora. Em outro caso, durante abordagem policial num morro de Salvador, equipes tentavam capturar um criminoso. Por rádio, os agentes se comunicavam quando veio o aviso de que o bandido havia descido o morro. Chucky havia driblado a polícia. Enquanto os agentes discutiam se ele havia fugido, um deles disse que só um anão havia passado por ali. Outro policial respondeu: ‘O anão era o cara!'. Mas Chucky já estava longe.

Papa-léguas Vs Coiote na vida real!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Bad Respawn



Eu e meus amigos apreendendo 20 toneladas de maconha no complexo do Alemão

O dia da invasão e tomada do Complexo do Alemão das mãos dos traficantes ficou marcado por vários aspectos e acontecimentos. Um deles foi a apreensão da maior carga de maconha da história do Rio de Janeiro. Em uma casa no alto do morro, encontramos cerca de 20 toneladas de maconha! Era tanta maconha que eu e meus amigos levamos cerca de 4 HORAS pra descer tudo pra parte baixa do morro! No vídeo demos um jeitinho pra ela descer mais rápido.


Lâmpada camaleão


Olha só que show de lâmpada!
A cor dela corresponde à de qualquer cor da superfície onde ele esteja!


Arte em 3D

Mais um artista de rua que faz um belo trabalho de pintura em 3D. Dessa vez a arte vem da China.
















A hora de denunciar é agora!

Chefões do tráfico do Alemão e da Vila Cruzeiro, Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, e Fabiano Atanázio da Silva, o FB, teriam conseguido passar pelo grande cerco às comunidades. A fuga de Pezão teria causado mal estar entre os traficantes que pretendiam resistir.

Pezão chegou a marcar reunião para a manhã de sábado, com o objetivo de traçar estratégias de combate, e pediu que todos os líderes de favelas reunissem seus ‘bondes'. A Diego Silva dos Santos, o Mister M, seu homem de confiança, Pezão disse que ia tirar cochilo antes do encontro, mas sumiu.

Abaixo as fotos dos principais chefes do tráfico do Rio. Se vc ver algum deles por favor ligue para o disque-denúncia (2253 1177). A sua hora de ajudar é agora!

Não use drogas, é sério!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Simpsons avatar!

O episódio 6 da temporada 22 dos Simpsons começa com uma paródia zoando demais o filme Avatar.


Lutador de vale tudo Brazuca chamando "raul"

Não sei o que ele comeu, mas não fez muito bem não. Que o diga a cara do juiz. Aretuza Wins!!
AUHAUHAHUAHU


Mundo Policial: A casa de um dos chefes do tráfico do morro do Alemão (fotos exclusivas)

No dia da tomada do Complexo do Alemão eu tirei várias fotos, e umas delas que mais me chamaram a atenção foi uma das casas de um dos chefes do tráfico local, o "Gigante". Olha só a casa que ele montou na favela no meio de tanta pobreza.






Antes de sair eles (os traficantes) deram um tiro de raivinha na tela da TV de LCD


Sala de estar


A cozinha dele tava show também com teto rebaixado com luz verde

Essa aqui foi fod*!! Olha só o detalhe da cozinha da casa do band... Lembra desse limão?
Sim, foi o mesmo que eu coloquei na cozinha da MINHA CASA!!


Até as cadeiras a gás era parecida com as minhas




Detalhe da parede do corredor para o 2º andar. Essas pedras custam uma fortuna!



No terraço uma churrasqueira e atrás o costraste com os barracos da favela.




Eu no banheiro




Detalhe para a abertura feita no rebaixamento de gesso. Com certeza eles tiraram algo de valor dali, ou dinheiro ou armamento


Já estavam pensando até no Natal



Mundo Policial: "Preleção dos CAVEIRAS"

Estamos acostumados a assistir a preleções de técnicos de futebol para times prestes a decidir um campeonato, ou conquistar uma vaga importante. Mas o que seria dito a soldados prestes a conquistar um dos lugares mais perigosos da cidade do Rio de Janeiro, o Complexo do Alemão? O vídeo abaixo mostra que não foi preciso muito para motivar os homens do BOPE antes da ocupação da área, realizada na manhã de domingo.


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